03 janeiro, 2009

As margens da escrita

Inscrição de António Ramos Rosa, publicada no livro Vasos Comunicantes, Diálogo poético do mesmo autor com Gisela Ramos Rosa - 2006

"Fascina-me a mão escrevendo, independentemente da língua ou da época, de entender o que está escrito ou de não entender nada."

José Manuel Vilhena, in http://ruinologias.blogspot.com/

7 comentários:

Carlos Pinto Vinagre disse...

Convido a visitar www.kronospoesis.blogspot.com

Bom fim-de-semana.

José Manuel Vilhena disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Teixeira Moita disse...

O "não entender" é o motriz do desejo de perceber. Esta caligrafia, para nós Europeus, remete imediatamente para o fascinante oriente mítico, como exemplo máximo de distância e diferença.
Acho, também como os Chineses, que a caligrafia pode ser pintura.

gisela ramos rosa disse...

Caro Teixeira Moita, concordo consigo quanto ao aspecto artístico da caligrafia tal como os chineses, os japoneses e os árabes a entendem. Parece-me que o que mais fascina é o aspecto simbólico e estético associados a um clima de decifração...Muito obrigada pela sua visita!

Elizabeth F. de Oliveira disse...

Adorei o teu blog, Gisela!
Tenho certeza de que já é um espaço mais do que especial.
Feliz 2009 pra você!
beijo no coração

casa da poesia disse...

...que blog tão lindo!
"Queen of all the me, Radiant Light,
life-giving woman..."...para ti...e para o António!..."criança em ti repousa a eternidade"...bem-haja!

myra disse...

gosto, gosto, gosto!!!!!!!
beijos