18 abril, 2010

olha-me como se eu fosse o teu princípio

William Alexander López Amaya, Série Retatos "Hijos de Mi Tierra"
Huizucar, La Libertad - El Salvador


sempre que precisares olha-me como se eu fosse o teu princípio, a luz que em ti se instalou no momento da criação, eu sou aquilo que pensas ter perdido quando te pediram para cuidar do mal que de alguns Seres se apossou....não digas que a sensibilidade se esgotou..."sou familiar dos anjos que pousam sobre a vida"( Daniel Faria, Poesia, p. 73)...é possível regressar com os olhos da infância ao ponto que quiseres da vida, como se reconstituísses a película do teu próprio filme... e não te esqueças que as oliveiras continuam a crescer sempre onde seja possível a sombra de uma luz maior...olha-me quando te quiseres (re)encontrar...


Gisela Ramos Rosa, 18-04-2010


Agustin Talledo, um querido visitante argentino deste espaço acabou de traduzir para
a sua língua parte deste meu pequeno texto assim:...
(Gracias Agustin, por tu sensibilidad....)...



es posible regresar con los ojos de la infancia al punto que quieras de la vida, como si volvieras hacia atrás en tu propia película...
Y no te olvides que los olivos continúan creciendo siempre donde es posible la sombra de una enorme Luz...
Miramé cuando quieras para rencontrar-te...

Tradução de Agustin Talledo

13 comentários:

myra disse...

minha querida gisela, sempre, sempre, venho e encontro maravilhas!!!!! nao sei mais o que te dizer, palavras, fotos, tudo! esplendido!!!
beijosssssssssssss

Gisele Freire disse...

Gisela
Bom acordar e ler palavras tão belas.
Obrigada e aqui continua tudo tão bonito!
bjinho
Gisele

Laura Herrera disse...

Precioso retrato, de expresión, de luz...una maravilla! un abrazo

disse...

Começar um domingo assim, faz bem à alma... obrigada amiga. Abraço de Luz

El Viejo @gustín disse...

es posible regresar con los ojos de la infancia al punto que quieras de la vida, como si volvieras hacia atrás en tu propia película...
Y no te olvides que los olivos continúan creciendo siempre donde es posible la sombra de una enorme Luz...
Miramé cuando quieras para rencontrar-te...

Walkyria Rennó Suleiman, disse...

Que Deus me ajude a manter este lugar intocado e que, mesmo sem portas de entrada, eu possa sempre adentrar por ele.
Que lindas palavras, dessas que levam a alma lavada pra eternidade.

Mar Arável disse...

sim é possível respirar

mais alto quando os olhos

se fundem

num vagaroso instante

Bjs

Chris disse...

É sempre possível regressar com os olhos da infância... esse olhar nunca se perde, fica por vezes guardado no esquecimento...
Um beijo
Chris

Renata Luciana disse...

Gisela

Sempre estou por cá, a passar os olhos nesse teu espaço tão expressivo , Casa de Arte, tú consegues aqui fazer além do que se faz nos blogs. O António Ramos Rosa é a tua composição,a tua genética.

Beijos flor!

Sempre, sempre estarei aqui e muito obrigada pela visita

tonhOliveira disse...



"Olha-me quando te quiseres (re)encontrar."

Que doação (espelho) à um olhar!

Lindo GISela!

be:)os!

Tânia regina Contreiras disse...

Gisela, que tão lindo isso! Um mergulho nesse mar intocável da infância para um emergir cheio de bonança!
Aqui é o lugar de mirar-se, um espelho que reflete nosso corpo de luz...

Abraços serenos...

Graça Pires disse...

"é possível regressar com os olhos da infância ao ponto que quiseres da vida..." Que belo! E que bom se for possível!...
Um beijo, Gisela.

Anónimo disse...

como eu me re(encontro)nestes trimbres
tão únicos
tão sábios

abraço-te

@>--'------

até breve